E hoje foi assim um ponto final.
Na verdade, este já existia mas aqui também nunca houve verdade nenhuma.
Dizias o mesmo às duas... De igual para igual, as mesmas mentiras e as mesmas desculpas.
O pensamento ficou completamente trocado, iludido por um ambiente sujo de miséria.
Não te odeio... Não, a sério, não me incomoda.
Nesta tua memória resiste apenas a pena... Felizmente as confusões que me trocaram as voltas foram também as que me mostraram que o avesso era o lado correcto. Desculpa, realmente quem se fez de parva fui eu, caramba, era tão óbvio que só podia ser mentira...
A mentira para mim ganhou outro valor. É imperdoável...
Mas eu desculpo-te! Dorme descansado amigo... Eu hoje vou dormir muito feliz e em paz.
Finalmente descobri e tive provas que eu sei realmente o que sinto. Não existia paranóia. Existia manipulação, traição...
Covarde... Falavas de barriga cheia, aos molhos que julgavas... Afinal eras tão igual... Não! Pior!
Afinal não foram só duas... Foram três, quatro, cinco... Seis? E as que nunca se soube? Hão de se saber. Mas já não me preocupa.
Não te consigo odiar pois quem é doente sempre o será. Não possuírei sentimento tão feio e forte por alguém que não vale nada.
Espero não ter doenças. Espero esquecer de vez que exististe na minha vida.
Nada da tua boca porca um dia foi verdade.
Queimo agora as memórias. Não sinto saudade nem nostalgia... Não se pode ter saudades do que nunca existiu.
sábado, 16 de agosto de 2014
Não há saudade nem tristeza. Ainda bem que acabou.
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