A minha bipolaridade voltou a atacar-me. Desta vez através de um motivo alheio à minha cabeça.
Eu não presto. Sou obcecada por algo que tenho medo de possuir.
Não sou realmente alguma coisa. Sou uma massa pesada, andante por ruas vazias.
Não me satisfaço nem a mim mesma. Não arrisco, penso demais! Tenho os sentidos trocados e o errado para mim está quase certo. O errado tornou-se um hábito e agora ao fazer o certo, parece-me errado.
Quero nadar nua. Viver uma vida toda tua...
SINTO-ME MAL DISPOSTA. Acho que vou vomitar. Gostava de vomitar todos os meus sentimentos. Gostava de vomitar todos os demónios.
Quero lutar contra estes demónios. Só os derrotarei acabando comigo própria... Deixem-me sozinha! Eu própria aturarei e derrobarei todos os meus males. São meus e de mais ninguém.
A verdade é que já nem sempre distingo o real... Não sei sinceramente no que hei de confiar. Quero que tudo acabe. Quero tudo resolvido. Quero desaparecer. Quero fugir. Quero ter nada. Quero ser tudo.
Nadar nua é um bom começo... Sou demasiado degradante para nadar acompanhada.
Pelos vistos já nem tu me suportas. Já realmente não suportavas?
Quero voar por aí. Falta-me a coragem. Falta-me sempre alguma coisa. Por norma faltas-me tu, mas desta vez entendi que não podes vir comigo... Desculpa-me este castigo que é amares alguém como eu. Não aguento mais simplesmente esta angústia.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Mais uma vez.
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