quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Quero-te, desculpa.


  Olá? Preciso de respostas... Sinto-me em negação. Tenho pressa! Mais pressa do que as ondas do Mar selvagem... Queria-te. Não! Quero-te! Mas basicamente, desculpa, gostava de te ter. Sei que possuo este jeito bem desajeitado, mas às vezes até faço o correcto...
  Cuido-te! Queres cuidar-me? Desculpa, mais uma vez. Este fardo que é o meu pensamento, não é fácil, mas quero-te... Sei que quero. Todo o meu corpo e alma te quer. Será isto muito mau? Devia eu dizer estas coisas?
  Já não sei o que é certo ou errado. Mas sei, caramba, que te desejo. Nem sei de que modo te desejo... Talvez desejo ver-te, tocar-te, amar-te... Amor? Não lhe chamaria algo assim. Talvez encorajo-me a dizer que te quero.
  Há coisas que não estão correctas, mas sinceramente com o tempo e experiência, aprendi que o correcto não é aquilo que é escrito, feito ou falado... É aquilo que é sentido, e eu sinto que te quero! Estou a repetir-me? Faço demasiadas perguntas. Pela terceira vez, desculpa-me mas se te falo assim, é porque te quero.
  Sou possessiva, até em palavras. Sou compulsiva em todos os meus actos, espontâneos. Não prometes que não te vás, mas prometes que enquanto estiveres, serás meu e posso querer-te?
  Estou feliz quando te quero. Quero-te a todo o instante, sou egoísta. Queres-me?

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